2ª Série



CE 410 - Professor Elder - 2016

Semana de 09/abril à 18/abril

Nessa semana teremos uma lista de exercícios de recuperação onde você entregará na aula do dia 15 de abril, tire suas dúvidas durante a semana.
Nos dias 16, 17 e 18 de abril você terá um link disponível para realizar a sua avaliação escrita on-line de recuperação.

Link:

Lista de exercícios sobre Dilatometria
( copiar ou imprimir para entregar resolvido )

1. Uma barra metálica, de coeficiente de dilatação linear a e comprimento inicial Lo é submetida a uma variação de temperatura ΔT. Nessa condição, a variação do comprimento da barra,  ΔL:
a) é diretamente proporcional a Lo e  ΔT.
b) é diretamente proporcional a Lo e inversamente proporcional a ΔT.
c) é inversamente proporcional a Lo e diretamente proporcional a ΔT.
d) é inversamente proporcional a Lo e ΔT.
e) independe de Lo e é diretamente proporcional a ΔT.
2. O coeficiente de dilatação volumétrica do ferro é 34.10 - 6 /ºC e o invar (liga de ferro e níquel) é 27. 10 - 6 /ºC. Um parafuso de ferro está emperrado em uma porca de invar. Para soltar o parafuso, deve-se:
a) aquecer igualmente as duas peças.
b) resfriar igualmente as duas peças.
c) aquecer somente o parafuso.
d) resfriar a porca e aquecer o parafuso.
e) aquecer somente a porca.
3. As tampas metálicas dos recipientes de vidro são mais facilmente removidas quando o conjunto é imerso em água quente. Tal fato ocorre porque:
a) a água quente lubrifica as superfícies em contato.
b) o metal dilata-se mais que o vidro.
c) a água quente amolece o vidro, permitindo que a tampa se solte.
d) a água quente amolece o metal, permitindo que a tampa se solte.
e) o vidro dilata-se mais que o metal.
4. Um motorista enche totalmente o tanque de seu carro com álcool e o estaciona ao sol na beira da praia. Ao voltar, verifica que uma certa quantidade de álcool derramou. Pode-se concluir que o tanque:
a) não dilatou.
b) dilatou mais do que o álcool.
c) dilatou-se igualmente ao álcool.
d) possui um coeficiente de dilatação maior do que o álcool.
e) dilatou menos do que o álcool.
5. Três barras retas de cobre são interligadas de modo a formarem um triângulo isósceles de base 10 cm e altura 12 cm. Elevando-se a temperatura do sistema:
a) a base e os lados sofrem dilatações iguais.
b) a área se conserva.
c) os ângulos se mantêm. 
d) o ângulo do vértice varia menos do que os ângulos da base.
6. O coeficiente de dilatação linear de uma determinada substância é igual a X. Entre os valores seguintes, o que mais se aproxima do valor do coeficiente de dilatação superficial dessa substância é:
a) X / 4 
b) X / 2 
c) 2X 
d)  X 
e) 4X
7. Uma barra metálica sofre um acréscimo de 0,06% em relação ao seu comprimento inicial quando sua temperatura sofre uma variação de 40º C. O coeficiente de dilatação linear médio desse metal, nesse intervalo de temperatura é, em /ºC
a)  12 . 10 - 5
b)    8 . 10 - 5
c)    6 . 10 - 5
d) 1,2 . 10 - 5
e) 1,5 . 10 - 5
8. O comprimento de uma barra metálica a 0º C é de 2000 mm e a 100º C é de 2001 mm. O coeficiente de dilatação linear dessa barra, em /ºC
a) 1 .10 - 6 
b) 4 .10 - 6 
c) 5 .10 - 6 
d) 3 .10 - 6 
e) 2 .10 - 6 
9. Um posto de gasolina recebeu 2000 litros desse líquido a 30º C. Quando vendeu, a temperatura média da gasolina havia baixado para 20º C. Sendo 1,1 .10  - 3  /ºC o coeficiente de dilatação volumétrica média da gasolina, o prejuízo do posto, foi, em litros, igual a
a) 989 
b) 98,9 
c) 9,89 
d) 2,2 
e) 22
10. Uma barra de ferro mede 1,0 m a 10º C. Considerando o coeficiente de dilatação linear do ferro igual a 1,2 .10 - 5  /ºC. Pode-se afirmar que a variação de comprimento dessa barra, quando a temperatura aumentar para 110º C, será de:
a) 1,2 . 10 - 5  m 
b) 1,2 . 10 - 1  m 
c) 1,2 . 10 - 2  m 
d) 1,2 . 10 - 3  m 
e) 1,2 . 10 - 4  m
11. Um orifício numa panela de ferro, a 0º C, tem 5 cm2 de área. Se o coeficiente de dilatação linear do ferro é de 1,2 . 10 - 5 /ºC, a área desse orifício a 300º C será, em cm2:
a) 5,036
b) 5,018 
c) 4,964 
d) 10,036 
e) 10,072
12. Um cubo de alumínio com coeficiente de dilatação linear de 2.10 - 5 /ºC tem aresta de dimensão de 10 cm quando à temperatura de 0º C. O volume do cubo a 100° C será, em cm3, de:
a) 1045 
b) 1010 
c) 1020
d) 1006 
e) 1008
13. A dilatação térmica está presente nas situações mais inesperadas. Leia o texto seguinte e responda a pergunta final. "O Cristo redentor, estátua símbolo da cidade do Rio de Janeiro. recebe sol pela frente no período da manhã." Com base nessa  informação,  podemos dizer que:
a) pela manhã a estátua se inclina perra a frente a fim de cumprimentar o turista.
b) pela manhã a estátua se inclina para trás devido ao aquecimento sofrido na parte frontal.
c) ao entardecer a estátua se inclina para trás.
d) ao entardecer a estátua se inclina lateralmente para não cair.
e) a estátua não se inclina porque o fluxo de calor ocorre instantaneamente.
14. Durante o aquecimento de 1 litro de água de 20º C  a 60º C, o que ocorre com o volume e a densidade da água, respectivamente:
a) permanece a mesma / aumenta.
b) aumenta / diminui.
c) aumenta / aumenta.
d) diminui / aumenta.
e) diminui / diminui.
15. Uma barra de alumínio de 10 m de comprimento, a 20° C, quando aquecida à temperatura de 120° C tem seu comprimento elevado para 10,022 m. O coeficiente de dilatação térmica linear do alumínio, em /°C , é:
a) 22 . 10 - 7.
b) 22 . 10 - 6.
c) 22 . 10 - 9.
d) 22 . 10 - 8.
e) 22 . 10 - 10.
16. No continente europeu uma linha férrea da ordem de 600 km de extensão tem sua temperatura variando de – 10º C no inverno até 30º C no verão. O coeficiente de dilatação linear do material de que é feito o trilho é 10 - 5 /°C. A variação de comprimento que os trilhos sofrem na sua extensão é, em metro, igual a:
a)  40
b) 100
c) 140
d) 200
e) 240





DIAS 12, 13  e 14 DE MARÇO (até as 12:00 h)

Observação:
- Não poderá retornar na questão anterior;
- Será possível realizar uma avaliação por computador, celular, etc., com registro do IP gravado;
- São dez questões valendo 1,0 ponto cada;
- Nota máxima na recuperação: 7,0
- Não se esqueça de identificar-se na questão 10;
- No final (última janela) não esquecer de encerrar sua avaliação, clicando no botão: Encerrar Avaliação.
Boa prova!
Acesse o link abaixo: 





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Semana de 01/março à 11/março

Dilatometria no cotidiano

Em 11 de junho de 1996, véspera do Dia dos Namorados, as centenas de pessoas que circulavam pelo Osasco Plaza Shopping, na Grande São Paulo, viveu um dia de horror, que comoveu todo o País. O gás que passava na tubulação abaixo do piso da praça de alimentação vazou e, pelo contato com alguma faísca, fez voar parte do prédio. A explosão matou 42 pessoas e feriu 372.
Semanas antes da explosão, clientes e funcionários reclamavam do forte odor de gás de cozinha que havia na praça de alimentação. A administração do shopping chegou a chamar técnicos da distribuidora, na época a Ultragás, para averiguar se havia vazamento na rede. Entretanto, mesmo após duas visitas, nada foi constatado. A administradora resolveu então chamar técnicos da concorrente Liquigás, mas nada encontraram também. 
A principal causa apontada para a explosão foi a falta de ventilação no porão onde se encontrava a tubulação de gás. Porém, durante a perícia, foram constados outros erros, dentre eles o fato de o local da instalação de gás não ter sido o previsto no projeto e o uso de roscas, tubulações e vedações inadequadas. 
A administradora do shopping e a construtora entraram numa batalha judicial, relegando a culpa entre elas. Em 1999 foram condenados por negligência o diretor comercial do shopping, Marcelo Marinho Zanotto e os engenheiros Antônio das Graças Fernandes, Rubens Molinari, Edson Pope e Flávio Camargo. Em 2005, quase 10 anos após o acontecido, o Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu os quatro engenheiros. 
A reforma foi estimada em cinco milhões e muitos comerciantes perderam tudo. A administradora do shopping afirmou ter pagado cerca de R$ 25 milhões em indenizações, tendo ressarcido os danos de todos os acidentados, mesmo assumindo a postura de culpar a distribuidora Ultragás pela tragédia. 
Ao sofrer uma variação de temperatura, todas as dimensões de um corpo se alteram, microscopicamente a dilatação térmica explica-se pela modificação dos espaços intermoleculares. Quando a temperatura aumenta, cresce a agitação molecular: a consequência imediata é o aumento da distância média entre as moléculas, o que se traduz, macroscopicamente, por um aumento nas dimensões do corpo. Raciocínio análogo pode ser feito para explicar a diminuição das dimensões do corpo quando sua temperatura diminui.
Para o comprimento de uma barra, trilhos, tubos, fios, qualquer distância entre dois pontos considerada falamos em dilatação térmica linear e para isso devemos deixar juntas próprias para não causar danos materiais e vitimas como ocorreu na tubulação de gás no shopping de Osasco.
Modelos de juntas de dilatação térmica linear para tubulações

Questões para refletir  (copiar e responder no caderno)

1. Qual foi a causa do acidente no Shopping Osasco em 1996 e como poderia ser evitado?

2. Uma tubulação de 5000 metros pode sofrer variação de temperatura de até 50º C no subsolo. Determine o comprimento final de cada tubulação feita dos metais da tabela abaixo.
3. Explique o funcionamento do radiador nos veículos e a utilização da mangueira sanfonada em destaque na cor azul da foto abaixo.





Semana de 15/fevereiro à 26/fevereiro

Febre, aliada ou inimiga?

Dez respostas sobre a febre, que vão ajudá-la a esfriar a cabeça.

Seu filho está com febre, não tem apetite nem quer brincar. O que você faz?Trata imediatamente? Liga para o médico?Apesar de não haver relação entre temperatura e gravidade da doença, a ansiedade dos pais costuma crescer junto com o marcador do termômetro. A seguir, especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre esse incômodo, que faz pais e filhos suarem a camisa.
1. O que causa a febre?
Na maioria das vezes, a febre é uma reação do corpo à invasão do organismo por vírus ou bactérias. Cerca de 90% delas são causadas por infecções virais que não precisam de qualquer tratamento médico, como gripes ou resfriados. Nessas situações, o cérebro libera substâncias que elevam a temperatura do corpo de forma controlada até, no máximo, 42 graus celsius.
2. Para que ela serve?
A febre é uma reação de proteção do organismo. O aumento da temperatura ativa o metabolismo e acelera a reação dos glóbulos brancos, que funcionam como soldados defendendo o corpo do vírus ou da bactéria.
3. Quando devo usar os antitérmicos?
Normalmente, medica-se a febre a partir dos 37,8 graus celsius por uma questão de custo-benefício: acima dessa temperatura, a criança tende a ficar abatida, com frio e corpo dolorido. Algumas vertentes da homeopatia e da antroposofia valorizam tanto os aspectos benéficos que nem chegam a tratá-la. Em geral, se o seu filho está bem disposto, os pediatras garantem que não há necessidade de baixar a febre, a não ser em casos especiais, como hipertensão, cardiopatias ou histórico de convulsões. Isso porque quem sofre com esses problemas não deve se expor, especialmente, à aceleração dos batimentos do coração provocada pela febre.
4. Qual é o problema de medicar antes da hora?
Você toma antibiótico sem ser preciso? O raciocínio é idêntico. Não há necessidade de antitérmico antes dos 37,8 graus celsius. Além do mais, quem força a redução da temperatura precocemente não permite que o organismo dê a largada nos mecanismos de defesa e pode acabar facilitando a vida do inimigo invasor. Também fica sem informação. Não sabe, por exemplo, qual teria sido o pico da febre.
5. Como funcionam os antitérmicos?
Estudos científicos não apontam diferenças entre a ação da dipirona (princípio da Novalgina) e a do paracetamol (do Tylenol). Em qualquer caso, o esperado é que a febre abaixe em, no máximo, duas horas. Esse tempo pode variar se o remédio foi dado quando a temperatura ainda estava em elevação. Siga rigorosamente os intervalos prescritos para evitar uma intoxicação. Uma alternativa para depois do remédio é dar um banho morno (nunca frio). O melhor é quando as mãos e os pés tiverem voltado a se aquecer. Caso contrário, a criança vai sentir calafrios.
6. Toda elevação de temperatura é febre?
De fato, todos os dias ocorrem variações de um grau na temperatura. Geralmente, a mais baixa é de madrugada e a mais alta, no final da tarde. A febre é a elevação da temperatura acompanhada de extremidades geladas, sensação de frio, ausência de suor e aceleração dos batimentos cardíacos.
7. Se quando a criança está com febre o corpo gasta mais energia, por que o apetite diminui?
Como o corpo está mobilizando todas as suas energias para derrotar o inimigo, ele sabe que não deve perder forças com a digestão. Daí que a redução do apetite faz parte do mecanismo de defesa. As dores no corpo e o mal-estar têm o mesmo propósito, o de obrigar o doente a poupar energia para o que realmente importa naquele momento. As crianças, impulsionadas por sua interminável curiosidade, são mais suscetíveis à falta de apetite do que ao abatimento.
8. Por quanto tempo é normal ter febre sem saber a causa?
De forma geral, se a febre vai e volta, é bom que a criança seja examinada por um médico em 12 horas, caso esteja muito caída, ou até 24 horas, se o seu estado geral for bom. Freqüentemente, os médicos esperam de três a cinco dias para iniciar uma investigação mais profunda porque esse é, em média, o período de incubação das doenças. Depois disso, pedem-se exames de sangue e de urina, e outros, dependendo do estado geral da criança.
9. Por que a febre pode levar a convulsões?
As convulsões febris são um reflexo da imaturidade do sistema nervoso da criança entre os 6 meses e os 2 anos, mas podem acontecer até os 6 anos. O problema afeta de 3% a 4% das crianças e o risco tende a desaparecer mais cedo nas meninas. A boa notícia é que em apenas um terço dos casos as convulsões se repetem. Elas não têm relação com febre muito alta, costumam surgir durante o período em que a temperatura está em elevação. A crise pode durar de alguns segundos a três minutos, durante a qual a criança fica com o olhar parado, sem responder a estímulos, depois se debate e volta ao normal, sem apresentar sequelas.
10. Febre mais alta quer dizer problema mais grave?
Não há qualquer relação entre a temperatura e a gravidade do problema. A temperatura varia de acordo com a pessoa e o tipo de doença. Se isso fosse real, os médicos certamente utilizariam esse parâmetro para triar os pacientes no pronto-socorro, por exemplo. Por isso, muita calma nessa hora. É preciso ter paciência para medicar na hora certa, pois como a febre é um sintoma, baixar a temperatura a qualquer preço pode não ser um bom negócio.
Fontes: Adão Machado, infectologista pediátrico, professor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra); Gilberto Pettit da Silva, professor-adjunto de pediatria da Unifesp e Sandra de Oliveira Campos, infectologista pediátrica da Unifesp)

Assista a História do Termômetro, clicando no link abaixo 





Questões para refletir. (copiar as perguntas e responder no caderno)

1. O que é febre? Quando e como combatê-la?

2. Na Inglaterra uma mãe mede a temperatura de seu filho como um termômetro e verifica a leitura de 104 graus que varia em 9 graus ao longo do dia. Qual é a escala termométrica utilizada? A criança está com febre? Qual é o valor da variação da temperatura na escala celsius, fahrenheit e kelvin?

3. Faça um resumo  (10 linhas no mínimo e 20 linhas no máximo ) sobre o vídeo: A História do Termômetro.



Semana de 25/janeiro à 15/fevereiro

Criogenia humana


A técnica de manter cadáveres congelados anos a fio para ressuscitá-los um dia é chamada de criogenia humana. Hoje, isso já dá certo com embriões: óvulos fecundados podem ficar na "geladeira" com chances boas de sobreviver a um descongelamento - estima-se que perto de 60% deles conseguem vingar, dando origem a um bebê. Por isso, um bocado de gente acredita que isso ainda vai funcionar com seres humanos inteiros. Até agora, cerca de 111 pessoas já foram congeladas depois da morte e esperam por vida nova no futuro.
A ideia é fantástica: você morre e os médicos o colocam num tanque de nitrogênio líquido, guardado próximo a 73 Kelvin, temperatura em que o cadáver não apodrece. Aí, daqui a uns 500 anos, os cientistas descobrem um jeito de combater a doença que causou sua morte e o degelam. Uma beleza, né? Mas o processo não é tão simples. "Os próprios métodos usados para congelar uma pessoa causam danos às células que só poderiam ser reparados por tecnologias que ainda não existem", afirma o físico americano Robert Ettinger, considerado o grande divulgador da criogenia. Por enquanto, o congelamento não funciona com pessoas porque o líquido que compõe as células vira gelo, aumentando de tamanho e fazendo-as trincar. Com os embriões congelados, esse efeito é evitado com a aplicação de substâncias químicas que driblam a formação de cristais de gelo, impedindo que as paredes celulares se danifiquem. "Mas com os seres humanos desenvolvidos o problema é que cada tipo de célula exige uma substância protetora diferente, e muitas delas ainda não foram inventadas", diz o ginecologista Ricardo Baruffi, da Maternidade Sinhá Junqueira, em Ribeirão Preto (SP), um especialista em congelamento de embriões. Quer tentar a sorte mesmo assim? Então é melhor se mudar para os Estados Unidos, porque as duas únicas empresas no mundo com estrutura para receber novos "pacientes" ficam lá. E, se você quiser levar um bichinho de estimação para não se sentir muito sozinho daqui a 500 anos, sem problemas. Dez gatos, sete cachorros e até um papagaio já entraram nessa fria com seus donos.

Assista o vídeo sobre criogenia 


Questões de reflexão (copiar e responder no caderno) 

1. A criogenia ocorre, segundo o texto, na temperatura próxima de 73 kelvin. Determine esta temperatura na escala celsius e na escala fahrenheit.
2. Por que, segundo o texto, ainda não é possível realizar com sucesso a criogenia nos seres humanos?
3. Por que, segundo o vídeo, as pessoas são congeladas e armazenadas de cabeça para baixo?

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